Em Outside

Malvadeza Pub


Hoje fomos conhecer um dos bares mais conhecidos da Cidade Baixa, o Malvadeza, que fica na Travessa do Carmo, 76. A ocasião foi a melhor possível: assistir o último episódio da sétima temporada de Game of Thrones. Bom, sobre o episódio (que foi foda!) a gente fala em outro post. Agora sobre o bar:
O lugar é muito massa. Rock nos speakers, deco bonita e ceva gelada. Combinação perfeita. Confesso que fui sem muita expectativa e saí de lá com a melhor das impressões. Fomos eu, Maura e a Cristal, uma amiga também de Alegrete (e fãzona de GOT, claro!). Pedi um pint de Pale Ale que, na promoção, saiu pelo preço de meio (R$9). Cerveja muito boa, bem encorpada.

Sim, isso é uma cevinha.

Enfim, estávamos ligeiramente com fome, fomos ver o cardápio em busca de comidinhas. Como a Cristal é intolerante a lactose, ficamos felizes em ver várias opções veganas no menu. Então, pra começar, pedimos batatas fritas rústicas temperadas com cebola, alho e páprica em pó (R$20). Uma delícia, na boa. Vale a grana. O negócio parecia uma versão melhorada de um salgadinho. A essa altura, como bom apreciador de petiscos, eu já tava maravilhado, né. Pedi mais uma ceva.


Mais perto do horário do episódio pedimos uma pizza grande (que por R$40 não é TÃO GRANDE assim). Meia brócolis com catupiry, meia vegana de cogumelos. Eu queria, na real, era ter provado a de calabresa mas perdi a votação (damn). Confesso novamente: não tava botando muita fé nessa pizza vegana pela experiência ruim que já tive com outros lugares. Achei que só iam tirar o queijo ou algo assim. Pra minha surpresa e felicidade, o queijo era vegan. Queijo de batata, que derretia. Muito, muito bom! Se eu soubesse fazer aquele queijo, eu era vegan, rs. A massa também era diferente, tri fininha. Lembra um pouco uma massa de Rap10, sabe? Só que melhor. Enfim, o conjunto da obra é, ó, 10/10.




Fiquei muito feliz e satisfeito com a experiência de conhecer o Malvadeza e poder curtir minha série favorita num bar, coisa que eu nunca tinha feito até então. Ah, as fotos não ficaram lá essas coisas pois lá dentro é escuro (e a gente só levou celular).

Cya soon!

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Em Outside

La Basque - Terraço Loja Lebes


Hello, pessu!
Ontem, eu, o Kauê e nossa amiga Sue, fomos conhecer a nova cafeteria queridinha do Centro Histórico de POA, a La Basque. O local fica no edifício histórico Guaspari, atual Loja Lebes, em frente ao Mercado Público. 

Logo ao chegarmos ao edifício esperamos em torno de 10 minutos pelo elevador, que segundo ascensorista, estava com problemas. Tudo bem, minha vontade de tomar um milk shake de Nutella era maior que qualquer coisa, ainda mais depois das 100 vezes que vi os anúncios da cafeteria no meu Facebook. 
Ao chegarmos na cobertura do prédio, percebemos a fila para entrar no estabelecimento e mesmo assim resolvemos permanecer no local, porque né... Eu queria uma overdose de Nutella.


A decoração do lugar é bem bacana, mas a estrutura física para comportar o número de clientes é um problema. A área externa é mal planejada. Todos querem sentar ao ar livre e observar o Guaíba e o Mercado Público. As mesas frontais possuem guarda sóis, mas as mesas laterais, que infelizmente, foi onde nos sentamos, não tinha nada para nos proteger do sol. Como fomos cedo da tarde, pegamos bastante sol no rosto enquanto comíamos, o que não é algo muito agradável quando está calor.
Outra coisa que me chateou bastante foi o péssimo atendimento. Os atendentes estavam meio desnorteados em meio a tantos clientes. Esperamos em torno de 20 minutos para alguém nos atender e nadinha. Tive que reclamar no balcão para o gerente para que alguém nos atendesse. Após minha queixa, finalmente, fomos atendidos. 


Em relação ao cardápio é possível dizer que é super variado, tem salgados, waffles, milk shake, cafés, gelatos, chocolate quente e mais algumas coisitas mais. O preço é um tantinho salgado, mas compensa pela qualidade da comida. Os milk shakes e os cafés mais diferenciados giram em torno de 20 a 27 reais.
Eu e Sue pedimos o Tornado Blanc, ela pediu o de flocos e o de morango.


O Tornado Blanc é feito com sorvete de morango, morangos picados, chantilly e pedaços de brownie e Kit Kat. Em volta da boca do copo: Nutella e confetes de chocolate. Muito saboroso. Achei que seria doce demais e repugnante, mas não. O chantilly era um pouco mais azedinho e o ácido do morango balanceava com o doce do brownie. Custou em torno de 25 reais e valeu cada centavinho! 

Para quem for visitar, aconselho ir de tardinha, depois que o sol estiver mais baixo, pois assim é tranquilo de sentar na área externa e aproveitar a vista linda do lugar.


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Em Outside

Monchito Beer e Burger + Show Fantomaticos e Renascentes


Ontem resolvemos aproveitar o calorzinho que está fazendo em POA para sair de noite. Fomos ao Monchito (Rua Felipe Camarão, 268, Rio Branco), um barzinho inspirado no universo do Chapolin Colorado. No entanto, a decoração do bar não tem a mesma intenção. Na parede, algumas referências a clássicos do rock e cultura pop e na TV estava passando uns vídeos de skate.
O bar é super discreto, não possui placas e nem banners chamativos na fachada. A decoração é rústica e descontraída e, apesar de não fazer exatamente referência ao universo de Chapolin, resgata pequenos detalhes da cultura mexicana (tem um quadrinho do Seu Madruga no balcão).


Quando abrimos o cardápio é que vemos as referências claras aos personagens criados por Roberto Bolaños. Os hambúrgueres são batizados de acordo com personagens famosos do seriado. Tem o Pepe (já tirei a vela!), o Monchito, o Super Sam, o Rosa (Rumorosa), o Camponesa (vegetariano) e o (genial) Quase nada, que é só pão, queijo e maionese.

Time is money, oh yea!
Pedimos o Camponesa que é um burger de falafel no pão 7 grãos, mussarela de búfala, molho tzatziki, cebola roxa, tomate cereja, brotos de alfafa e alface roxa. Pra acompanhar, onion rings e dois molhos da casa (tri bons, por sinal). Como não estávamos com tanta fome, dividimos o hambúrger e ficamos de boa. O burger é bem saboroso e crocante e o pão macio. O legal é que as onion rings são bem sequinhas e crocantes. Com a maionese da casa, então, fica ótimo. 



Enfim, é um ótimo lugar pra conhecer, comer uma comida saborosa e tomar um chopp. Só não vá achando que é um bar temático do Chapolin. :)



Depois, aproveitamos que o Kauê ganhou uma promoshare com ingressos pra um show no Ocidente e estendemos um pouco a noite. Fomos ver as bandas Fantomaticos e Renascentes (foto abaixo) no projeto chamado Ocidente Acústico (que de acústico só tem o nome). A Renascentes é uma banda bem interessante, que flutua por ritmos bem brasileiros, formada por João Ortácio (guitarra e voz), Átila Viana (baixo e vocais) e Dionísio Monteiro (bateria e vocais). O show deles foi bem legal, intimista e descontraído, apresentando, inclusive, canções novas que não tinham nem nome ainda, as quais farão parte do seu segundo álbum. O que eu curti bastante foi a participação do Dudu (não sei o sobrenome) que tocou flauta transversal e percussão em algumas músicas. 

Foto: Willian Correa

O show da Fantomaticos foi também cheio de energia. O som dos caras é exatamente aquilo que eu penso quando falam em rock gaúcho, com uma boa pegada de brit pop. Tocaram desde canções de seu último álbum até canções do primeiro álbum, não esquecendo da clássica Vale, que eu curto um monte.

Ah, na promoshare ainda ganhamos os cds das duas bandas!


Um beijo dos gordos,
Maura e Kauê

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Em Séries

Resenha da Série The Handmaid's Tale


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G-E-N-T-E! Essa série é um soco no estômago.



A série é baseada no livro The Handmaid’s Tale, de Margaret Atwood e produzida pelo serviço de streming Hulu (em breve estará disponível no Netflix).
O enredo distópico gira em torno da história de Offred, interpretada por Elisabeth Moss (Peggy de Mad Men), que vive as mudanças bruscas da sociedade dos Estados Unidos ao se tornar República de Gilead, após um golpe orquestrado pelos Comandantes, que torna o estado teocrático. As mulheres são obrigadas a deixarem seus empregos, são proibidas de ler e privadas de inúmeros direitos. Em um mundo em que ser fértil é algo valioso, pois a poluição e problemas climáticos impediam que muitas mulheres e homens pudessem ter filhos,  o gênero feminino passa a ter somente uma função: procriar. As mulheres passaram a usar uniformes: as aias eram fadadas a usarem capas vermelhas compridas e chapéus brancos e as mulheres dos Comandantes  usavam vestidos verdes. Para as aias não havia direito de se arrumar, os cabelos deveriam sempre estar contidos em coques cobertos pelos grandes chapéus. As aias não tinham direito de olhar diretamente para seus Comandantes e nem deveriam manter a cabeça muito elevada, eram instruídas pelas Tias (mulheres mais velhas que as treinavam) a demonstrarem a submissão até por seus gestos corporais. As aias não eram mais chamadas por seus nomes, mas sim nomes criados para designar o Comandante que serviam, como Offred (de Fred), que na realidade se chama June Osborne.
As mulheres férteis eram arrancadas de suas famílias e eram obrigadas a irem para centros em que lhes ensinavam a serem aias. Obviamente, que tudo isso era feito por meios violentos, agressões físicas e verbais. Aquelas que não obedecessem suas Tias  e que não aceitassem se submeter às ordens ditatoriais eram castigadas: tinham um olho arrancado. Ou eram mandadas para as temidas Colônias.
As aias iam do centro para a casa de Comandantes, lugar no qual deveriam participar da Cerimônia, ritual baseado em uma passagem bíblica, no qual a aia, em seu período fértil, deveria deitar-se no colo da mulher do comandante e manter relações sexuais com o homem. Se engravidasse, ficaria na residência da família até que a criança concebida fosse desmamada e após isso partiria para outra casa.
Além disso, as aias eram vigiadas o tempo inteiro, uma vez que existiam espiões denominados Olhos, que estavam infiltrados em todos os lugares. Sem nenhum resquício de liberdade, as aias apenas poderiam ir às compras ou aos recrutamentos, mas sempre em pares, para que uma vigiasse a outra.
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Ser lésbica era visto como uma atrocidade, como mostra a história da personagem Ofglen (interpretada por Alexis Bledel), que após ser entregue por um Olho, sofre mutilação genital e presencia sua esposa ser morta.
A série é narrada por Offred e por isso contempla mais a história da personagem, que discorre em flashbacks sobre sua vida antes de Gilead, desde quando conheceu Luke, seu esposo, e de quando se descobriu grávida, perpassando por cenas de sua amizade com Moira e contando sobre como tentou, fracassadamente, fugir com seu marido e filha daquele sistema iníquo para qualquer mulher.  O enredo é envolvente e faz com que a cada cena de violência tanto física quanto psicológica sintamos certa repulsa. Minha vontade era de abraçar Offred e dizer: seja forte, miga!, mesmo ela sendo uma personagem de uma série. A distopia é tão bem contada, que parece ser tão possível algo como aquilo acontecer, que me deixou até alarmada.
A fotografia da série é sensacional, com tons mais escuros, que nos fazem compreender o mal estar dos personagens e enquadramentos que nos fazem sentir como os personagens vivenciam aqueles momentos. A trilha sonora ao final de cada episódio também é algo bacana, mesmo que pareça destoar um tantinho da série.
Enfim, recomendo fortemente!

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